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Blog da SBEM
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

TEEM 2013

A SBEM Nacional divulga o edital para a prova de obtenção do Título de Especialista em Endocrinologia e Metabologia 2013 (TEEM). As inscrições começaram no dia 2 de junho e se encerram dia 20 do mesmo mês.

A primeira etapa da prova, a escrita, será realizada dia 20 de agosto, às 08:30, no Centro de Convenções de Natal, um dia antes do Congresso Brasileiro de Atualização em Endocrinologia e Metabologia (CBAEM).

O endereço do local é: Av. Dinarte Mariz, s/n, Vila Costeira – Natal. A prova terá duração de três horas e meia, com 100 questões de múltipla escolha.

Já a prova prática, baseada na interpretação de casos clínicos, será realizada no dia 21 de agosto, também às 08:30h.


Escrito por admin em junho 19th, 2013 :: Arquivado em Para prova do TEEM,Prova do TEEM
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Prova do TEEM – Parte 8

Caros colegas,

Nesta última postagem antes da prova, vou repassar as indicações da Profa. Gláucia Mazeto, do Departamento de Tireóide. Ela descreve que os “artigos mais interessantes” para a prova do TEEM são mesmo os guidelines e destaca o guideline da American Thyroid Association (ATA) a respeito da dissecção cervical lateral no tratamento cirúrgico do câncer diferenciado de tireóide (CDT), o guideline da ATA de 2009 sobre o manejo de nódulos tireoidianos e do CDT, o conjunto da ATA e AACE sobre hipertireoidismo (2011), o guideline também da ATA sobre tireoidopatias na gestação e, por último mas tão importante quanto, o guideline da Endocrine Society sobre Vitamina D (2011). Sei que são muitas páginas de informações, mas certamente é uma bibliografia acertada sobre muitas questões sobre essa tema do TEEM, incluindo certamente uma das questões da prova prática.

Grande abraço

André Gustavo P. Sousa

Comissão de Valorização de Novas Lideranças – SBEM 2011-2012

Gláucia Mazeto

Departamento de Tireóide – SBEM – Comissão de Valorização de Novas Lideranças

 

 

FINAL-Standalone-Vitamin-D-Guideline 2011

guideline gestacao 2011

guidelenies 2011 hiper

guidelines 2009 cdt nodulos

guideline disseccao 2012


Escrito por admin em novembro 5th, 2012 :: Arquivado em Endocrinologia,Para prova do TEEM,Prova do TEEM,Tireóide
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PROVA DO TEEM – Parte 7

Caros colegas,

Nesta postagem vamos citar um artigo sugerido pela Dra. Sharon Raicher, que trata de um tema que vem ganhando muita importância nos últimos anos: o surgimento de diabetes mellitus em indivíduos que se submeteram a transplantes. No artigo publicado recentemente por El-Agroudy e cols. foram avaliados a prevalência, os fatores de risco e o prognóstico do diabetes mellitus pós-transplante (NODAT). Pode não ser de conhecimento de todos, mas o surgimento de diabetes após o transplante tem efeitos adversos específicos sobre o resultado do transplante. Em estudos controlados, após o transplante NODAT tem sido associada a uma maior incidência de complicações infecciosas e cardiovasculares, bem como, prejuízo da função do enxerto em longo prazo, além de redução na sobrevida do enxerto. Os resultados do estudo demonstram que o NODAT é frequente e ocorre precocemente após o transplante: durante o seguimento, NODAT ocorreu em 73 pacientes (33,5%) e o intervalo médio entre o transplante e o aparecimento de NODAT foi de 43 ± 94 dias. O início ocorreu durante os primeiros 3 meses em 76,3% dos pacientes; entre 3 e 12 meses, em 13,2% dos casos, e depois de 1 ano em 10,5% dos casos. Outros resultados interessantes incluem: Na análise univariada, os fatores de risco associados com o desenvolvimento de NODAT foram a idade, a história familiar de diabetes mellitus, o peso corporal no momento do transplante, a presença de infecção por HCV, e a utilização de Tacrolimus. As características transplante incluindo o sexo do receptor, doador, causas da doença renal terminal, tempo em diálise antes do transplante, incidência de rejeição aguda, e etnia não foram diferentes entre os grupos. De fato, o surgimento de diabetes após o transplante foi significativamente mais frequente em pacientes em tratamento com Tacrolimus que naqueles pacientes em uso de Ciclosporina (43,8% vs 28,9%, P <0,05).

Houve uma diferença significativa na sobrevida daqueles que desenvolveram diabetes, que tiveram piores resultados. A sobrevida em 5 e 10 anos dos foi, respectivamente, de 81,1% e 69,2% para os pacientes que desenvolveram NODAT, em comparação com 90,3% e 79,5%, respectivamente, para aqueles que não desenvolveram diabetes. Contudo, não houve diferença na sobrevida do enxerto entre os pacientes com diabetes e sem diabetes, bem como não houve diferenças na função renal (creatinina sérica ou clearance de creatinina calculado) a qualquer tempo após o transplante, para pacientes que desenvolveram NODAT em ​​comparação com os que não desenvolveram NODAT.

Vale a pena a leitura do artigo na íntegra.

Risk Factors and Outcomes of New-Onset Diabetes After Transplant: Single-Centre Experience.

Al-Ghareeb SM, El-Agroudy AE, Al Arrayed SM, Al Arrayed A, Alhellow HA; Experimental and Clinical Transplantation, August 2012 (print ahead)

Até mais

André Gustavo P. Sousa

Comissão de Valorização de Novas Lideranças – SBEM 2011-2012

Sharon Raicher Rosenthal

Departamento de Pediatria – Comissão de Valorização de Novas Lideranças


Escrito por admin em novembro 5th, 2012 :: Arquivado em Diabetes,Para prova do TEEM,Prova do TEEM
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